Piche, saiba tudo sobre e novidade!

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Piche, saiba tudo sobre e novidade!

          O piche, como todos sabemos, é uma substância usada em pavimentação são altamente adesivos e repelentes à água, sendo utilizados para impermeabilizar pisos e coberturas, ao pavimentar estradas e aplicações à prova d’água.

          Nesse artigo, vamos falar sobre o processo, a fabricação, o processo e uma novidade sobre o piche. Artigo tão importante na indústria do asfalto.

Como é fabricado o piche

          Aquecido em uma fornalha, o alcatrão virgem é inserido juntos as suas soluções nas refinarias industriais. Inseridos em uma base da coluna destiladora, as substâncias vaporizam em ordem definida pelo ponto de ebulição.

Processo no piche

          O processo acontece da seguinte forma: o vapor rico da substância do ponto de ebulição menor é condensado na primeira bandeja até receber o contato do vapor de substância com ponto de ebulição maior.

          Com o vapor com maior temperatura, o condensado menos volátil retoma a forma gasosa novamente e sobe para a bandeja posterior em que se condensa. O processo ocorre até o topo da coluna em que se retira a solução mais leve, as outras soluções são retiradas nas bandejas dos níveis inferiores restando o piche na base da coluna, já que é a solução mais pesada e menos volátil.  

Novidade: Fibra de carbono de piche!

          Desde 2013 vem sendo desenvolvido aqui no Brasil, um nova tecnologia com fibra de carbono, bem mais econômica e resistente quanto às comercializadas no mercado internacional.  Muito usada na indústria da aeronáutica e automobilística, a fibra de carbono diminui o peso dos materiais sem perder a resistência. Ela também está presente em vários produtos como nas bicicletas, nos celulares, laptops, entre outros. A pesquisa foi desenvolvida pelo Exército Brasileiro, em parceria com a Petrobras. O piche de petróleo foi usado na criação desse novo material.

          A produção de fibra de carbono de piche não é novidade no Japão e nos Estados Unidos, porém, com piche de alcatrão ou sintético (substâncias químicas puras), e com o preço de comercialização variando entre US$ 50 e US$ 1 mil o quilo. O alto custo faz com que o material, que substitui sobretudo o aço e alumínio, seja mais usado em carros de Fórmula-1, veículos de luxo, em aviões e foguetes.

          Aqui no Brasil, as vantagens dessa invenção são que os derivados do petróleo ou “fundo do barril de petróleo” não têm mercado significativo, o que ajuda a baratear a fibra de carbono brasileira e viabilizar o uso em larga escala. A fibra de carbono de piche de petróleo brasileira pode custar entre US$ 10 a US$ 15 por quilo. A indústria automobilística avalia que se o custo da fibra estiver abaixo de US$15 por quilo, já é rentável e possível  substituir o aço por fibra em maiores quantidades. Sendo assim, os  carros com peças de fibra de carbono têm mais eficiência energética e emitem menos poluentes que os carros com peças de aço.

          Como foi dito, a pesquisa foi feita pelo Exército Brasileiro, em parceria com a Petrobrás, e vale salientar que até mesmo para a corporação, a nova tecnologia será muito útil, já que serão fabricados materiais mais leves para os soldados, desde equipamentos individuais como capacete e armamento leve, como pistola e fuzil, até armamento pesado, como metralhadora, morteiro, além de peças para viaturas mais leves.

         Portanto, o uso do piche vem sendo usado como na sua forma original, mas várias pesquisas sobre a composição do produto tem sido feita ao longo dos anos em todo o mundo. Devido a vários problemas que a forma original tem, principalmente a respeito do risco à saúde do trabalhador.

 

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